domingo, 6 de novembro de 2011

Esgrima nos Jogos Olímpicos

esgrima é um dos esportes disputados nos Jogos Olímpicos modernos desde a sua primeira edição em Atenas 1896. As mulheres estrearam na modalidade com a prova de florete durante os Jogos de Paris em 1924.
Confira a tabela de medalhas:

 Ordem PaísMedalha de ouroMedalha de prataMedalha de bronzeGoldSilverBronze medals.svg
1ITA Itália453831114
2FRA França414034115
3HUN Hungria34222682
4URS União Soviética18151649
5RUS Rússia92516
6FRG Alemanha Ocidental78116
7GER Alemanha56819
8CUB Cuba55616
9POL Polônia49922
10ROU Romênia34714
11BEL Bélgica33410
12USA Estados Unidos271120
13CHN China2619
14SWE Suécia2327
15GRE Grécia2114
16GBR Grã-Bretanha18 9
17SUI Suíça1438
18DEN Dinamarca1236
19EUN Equipa Unificada1225
20AUT Áustria1157
21EUA Equipa Alemã Unida1124
22KOR Coreia do Sul1113
23UKR Ucrânia1 12
24ZZX Equipa mista1  1
25GDR Alemanha Oriental 1 1
25JPN Japão 1 1
25MEX México 1 1
28NED Países Baixos  55
29BOH Boêmia  22
30ARG Argentina  11
30ESP Espanha  11
30POR Portugal  11
TOTAL191191189571


Esgrima artística

Esgrima artística é um desenvolvimento da esgrima para as necessidades do cinema, do teatro e do espectáculo em geral desenvolveu-se uma forma específica de esgrima: a esgrima de espectáculo. Igualmente chamada de "esgrima artística" para englobar as múltiplas possibilidades dessa técnica. É uma disciplina em que não se improvisa
.
Destinada a fazer reviver os combates épicos dos esgrimistas e duelistas do passado é uma actividade que exige concentração, método e seriedade na sua prática.

Confederação Brasileira de Esgrima

A Confederação Brasileira de Esgrima organiza anualmente o Circuito Nacional de Esgrima
A esgrima começou no Brasil durante o período imperial devido ao interesse de Dom Pedro II na modalidade. Em 1858, é estabelecida a esgrima regimentalmente para os cursos de Infantaria e Cavalaria da Escola Militar de Realengo e ocorre a fundação de uma escola de esgrima no Batalhão de Caçadores de São Paulo.
No final do século XIX, já no Brasil República, surge um movimento a favor da esgrima, na Praia Vermelha. Em 1906, por iniciativa do Coronel Pedro Dias de Campos, do Batalhão de Caçadores de São Paulo, é criado o Curso de Formação em Ginástica e Esgrima, que ficou a comando do Capitão Balandie. Em 1909, é criado um curso de esgrima na Escola de Educação Física da Força Pública de São Paulo.
Em 1922, a construção do Centro Militar de Educação Física na Vila Militar do Rio de Janeiro, incentiva a vinda do mestre d'armas francês Lucien de Merignac e a criação de um núcleo de esgrima no Colégio Militar do Rio de Janeiro, por parte de Valério Falcão, instrutor do estabelecimento. O Exército Brasileiro contrata os serviços do mestre Gauthier, instrutor de esgrima da Escola Joinville le Point, da França, para ministrar esgrima aos militares no Brasil.

Esgrima elétrica

Como um combate pode tornar-se muito rápido, as vezes é difícil distinguir, principalmente no sabre e no florete, se algum toque foi dado. Por isso surgiu a esgrima elétrica, que é a esgrima praticada com equipamentos eletrônicos. Estes equipamentos surgiram com o intuito de facilitar a observação de um combate. Fios ligados na roupa e na arma a um sistema eletrônico registram os toques.
Existe um aparelho de sinalização localizado entre a pista e o árbitro. Não são necessários os auxiliares do árbitro na esgrima elétrica. A função do árbitro é observar o jogo e verificar o cumprimento das regras, além de falar a frase d'armas quando ocorrer toque nas modalidades de florete ou sabre.
Na espada e no florete, uma vez que o esgrimista só pode pontuar com golpes feitos com a ponta da arma, a mesma vem equipada com um sensor que lembra um botão que quando pressionado (quando um esgrimista toca o adversário) faz acender uma luz no aparelho de sinalização. No caso do florete a luz verde acende para o toque válido enquanto a luz vermelha para o toque na zona não válida. A pista também é forrada com uma malha magnética, especialmente útil para o jogo de espada; assim a luz verde ascende sempre que a ponta da lâmina tocar no corpo do adversário — já que a zona de toque válido é o corpo inteiro — enquanto a luz vermelha acende quando a lâmina tocar na pista (para não confundir o árbitro como se fosse um toque abaixo, no pé por exemplo).
Como a área de toque (superfície válida) do florete e do sabre são diferentes, existe um equipamento para essas armas que é feito de fios de metal, geralmente há um colete para o florete e um similar com mangas para o sabre (jibetos), além de uma máscara de material inoxidável. Todo o equipamento tem o intuito de deixar fluir livre uma corrente elétrica suficiente para a sinalização do toque.
Quando a lâmina toca os coletes metálicos ou a máscara metálica (usada no sabre), um segundo sensor é ativado. Para pontuar no florete é necessário que tanto a ponta entre em contato com o colete do adversário quanto a ponta seja pressionada, enquanto no sabre basta que a lâmina encoste no colete e/ou na máscara.
A ponta do florete pode ser pressionada fora da área de toque, por isso existe a acusação do toque inválido no florete.