A espadista brasileira Naira Ferreira, conquistou nesta terça feira o Ouro Sul Americano na Espada Feminina Cadete, ao vencer na final a chilena Jessie Mattenet, prata da competição. Ao subir ao pódio para receber a sua medalha e comemorar este curto espaço de uma conquista, o mais importante para um atleta, a brasileira teve de suportar o engano e descaso da organização de prova boliviana, que não tocou o Hino Nacional do Brasil. Foi tocado o hino de outro país e, apesar das advertências, os dirigentes bolivianos não se preocuparam de corrigir mais um dos muitos erros, de descaso e desrespeito com a atleta vencedora e a nação brasileira.
A organização de prova boliviana do Campeonato Sul Americano Infantil, Cadete e Juvenil 2011, tem se mostrado catastrófica e desreispetosa. Conseguiu o que parecia impossível para qualquer cidadão de bom senso: Aparecer mais que os atletas, só que negativamente. A imagem deixada neste Sul Americano, jamais deverá ser esquecida pela incopetência e descaso em se realizar um evento que, independentemente de investimentos, faltou bom senso e caráter humano.
Campeonatos Internacionais são realizados em um país porque ele se candidata, através de intenções. Os países escolhem e aprovam a realização do evento esportivo, através desta intenções. Todos desejam que o país sescolhido, se desenvolva esportivamente. A intenção da Federação Boliviana de Esgrima parece ter sido outra: A de manchar a imagem do nosso querido esporte, pois já organizou eventos grandiosos e bem sucedidos nas mais diversas modalidades, em outras ocasiões. Os atletas da bolívia, não merecem se ver representados por tamanha ingerência.
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